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Sua Empresa Pagou Caro Demais pelo FGI PEAC? O Guia para Identificar Venda Casada e Taxas Abusivas

Este guia transforma complexidade técnica em ação prática para PMEs protegerem caixa e margem.

Se o saldo devedor da sua CCB não reduz como esperado, pode existir combinação de seguro imposto, tarifa desproporcional e custo efetivo camuflado.

Capa do artigo sobre venda casada e taxas abusivas no FGI PEAC

1. O fantasma da venda casada: seguro prestamista

Uma das distorções mais comuns em perícia financeira é o seguro prestamista imposto na operação, com retenção na fonte e sem liberdade efetiva de escolha da seguradora.

Além do valor do prêmio, a empresa pode acabar pagando juros sobre um montante que não virou capital de giro real.

2. Tarifa de cadastro: quando o valor foge da razoabilidade

Embora tarifa de cadastro possa existir em hipóteses específicas, seu valor deve ser proporcional ao serviço prestado. Em contratos de fomento, cobranças elevadas podem funcionar como spread oculto.

Para PME, isso representa custo administrativo artificial somado ao encargo financeiro principal.

3. A captura do benefício público

O FGI PEAC foi criado para reduzir risco da instituição e melhorar condição do tomador. O problema surge quando o benefício fica no banco e não chega ao empresário.

Na prática, risco mitigado com garantia pública pode coexistir com preço elevado, gerando desequilíbrio contratual e pressão sobre caixa operacional.

Sua CCB tem seguro imposto ou taxa administrativa exagerada?

A triagem técnica inicial identifica em poucos passos sinais de venda casada e encargos incompatíveis com a lógica de fomento.

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4. Como a perícia financeira pode salvar seu fluxo de caixa

Com metodologia técnico-científica, a perícia permite:

  1. recalcular saldo devedor com expurgo de valores indevidos;
  2. medir custo efetivo real da operação;
  3. propor modelo de equilíbrio econômico do contrato.

O objetivo não é apenas discutir números, mas restaurar viabilidade financeira da empresa com base em prova robusta.

Atenção: quanto mais cedo a análise técnica começar, maior a chance de evitar escalada do passivo e recuperar margem de manobra no caixa.

Conclusão

Se sua empresa contratou FGI PEAC e percebe cobrança acima do razoável, vale converter a percepção em diagnóstico técnico. A revisão pericial bem fundamentada pode mudar o rumo financeiro do contrato.

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Sobre o autor: Dr. Lincoln Sposito é Doutor em Administração, Perito Judicial e especialista em Finanças e Ciência de Dados.

Este artigo possui caráter informativo e segue diretrizes técnico-científicas de análise pericial de contratos bancários.